Advertisement

Soziale Bewegungen in Brasilien im urbanen und ländlichen Kontext: Potenziale, Grenzen und Paradoxe

  • Marcelo Lopes de Souza

Zusammenfassung

Laut Volkszählung des IBGE lebte im Jahr 1950 knapp ein Drittel der Bevölkerung Brasiliens im städtischen Raum. 30 Jahre später zeigte eine erneute Zählung im Jahr 1980, dass eine Umkehrung stattgefunden hatte: Zwei Drittel der Brasilianer lebten bereits in Städten und Ortschaften. Weitere zwei Jahrzehnte später waren der Volkszählung des IBGE zufolge im Jahr 2000 knapp 82% der Bevölkerung im städtischen Raum angesiedelt. Auch wenn man eine gewisse Ungenauigkeit der erhobenen Daten berücksichtigt, welche auf methodische Probleme zurückgehen, kann nicht geleugnet werden, dass Brasilien ein vorwiegend städtisch geprägtes Land ist, das sich schnell urbanisiert.

Preview

Unable to display preview. Download preview PDF.

Unable to display preview. Download preview PDF.

Literatur

  1. Avritzer, Leonardo (2002): Modelos de deliberação democrática. uma análise do orçamento participativo no Brasil. In: Santos, B. de S. (Hrsg.): Democratizar a democracia. Os caminhos da democracia participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.Google Scholar
  2. Avritzer, Leonardo (2003): Apresentação. In: Ribeiro, Ana Clara Torres/ Grazia, Grazia de (2003): Experiências de orçamento participativo no Brasil (1997 a 2000). Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  3. Castells, Manuel (1972): La question urbaine. Paris: François Maspero.Google Scholar
  4. Castells, Manuel (1983): The City and the Grassroots. A Cross-Cultural Theory of Urban Social Movements. Berkeley und Los Angeles: University of California Press.Google Scholar
  5. Decreto N.° 5.031 (de 2 de abril de 2004) (Capturado na internet em 28/9/2004: www.fase.org.br/downloads/2004/06/404_decreto_5031_conselho_nacional_das_cidades.pdf).
  6. Diniz, Eli (1983): Favela. associativismo e participação social. In: Boschi, Renato Raul (Hrsg.): Movimentos coletivos no Brasil urbano. Rio de Janeiro: Zahar.Google Scholar
  7. Fernandes, Bernardo Mançano (1996): MST. formação e territorialização. São Paulo: HUCITEC.Google Scholar
  8. Jacobi, Pedro Roberto (1980): Movimentos sociais urbanos no Brasil. In: Boletim Informativo e Bibliográfico de Ciências Sociais (Rio de Janeiro: ANPOCS), 9, S. 22–30.Google Scholar
  9. Lerrer, Débora (2003): Reforma agrária: Os caminhos do impasse. São Paulo: Garçoni.Google Scholar
  10. Marx, Karl (1982 (1852)): O 18 brumário de Louis Bonaparte. In: Marx, Karl/ Engels, Friedrich: Obras escolhidas (Band I). Moskau und Lissabon: Edições Progresso und Edições „Avante!“.Google Scholar
  11. Marx, Karl/ Engels, Friedrich (1982a (1848)): Manifesto do Partido Comunista. In: Marx, Karl/ Engels, Friedrich: Obras escolhidas (Tomo I). Moskau und Lissabon: Edições Progresso und Edições „Avante!“.Google Scholar
  12. Marx, Karl/ Engels, Friedrich (1982b (1882)): Prefácio à (segunda) edição russa de 1882 (do Manifesto do Partido Comunista). In: Obras escolhidas. Moskau und Lissabon: Edições Progresso und edições „Avante!“.Google Scholar
  13. Ribeiro, Ana Clara Torres/ Grazia, Grazia de (2003): Experiências de orçamento participativo no Brasil (1997 a 2000). Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  14. Ribeiro, Ana Maria Motta/ Iulianelli, Jorge Atílio S. (Hrsg.) (2000): Narcotráfico e violência no campo. Rio de Janeiro: DP&A.Google Scholar
  15. Sader, Eder (1995 (1988)): Quando novos personagens entraram em cena. Experiências e lutas dos trabalhadores da Grande São Paulo, 1970–1980. São Paulo und Rio de Janeiro: Paz e Terra.Google Scholar
  16. Santos, Carlos Nelson Ferreira dos (1981): Movimentos urbanos no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Zahar.Google Scholar
  17. Singer, Paul (1983): Movimentos de bairro. In: Singer, Paul und Brandt, Vinicius Caldeira (Hrsg.): São Paulo: o povo em movimento. Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  18. Souza, Marcelo Lopes de (1988): O que pode o ativismo de bairro? Reflexão sobre as limitações e potencialidades do ativismo de bairro à luz de um pensamento autonomista. Rio de Janeiro: unveröff. (Dissertação de Mestrado submetida ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ.)Google Scholar
  19. Souza, Marcelo Lopes de (2000): O desafio metropolitano. Um estudo sobre a problemática sócio-espacial nas metrópoles brasileiras. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.Google Scholar
  20. Souza, Marcelo Lopes de (2002): Mudar a cidade. Uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.Google Scholar
  21. Souza, Marcelo Lopes de (2006a): A prisão e a ágora. Reflexões sobre a democratização do planejamento e da gestão das cidades. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.Google Scholar
  22. Souza, Marcelo Lopes de (2006b): Together with the state, despite the state, against the state: Social movements as ‘critical urban planning’ agents. In: City, 10 (3), S. 327–42.CrossRefGoogle Scholar
  23. Souza, Marcelo Lopes de (2008): Fobópole. O medo generalizado e a militarização da questão urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.Google Scholar
  24. Souza, Marcelo Lopes de (2009): Social movements in the face of criminal power: The socio-political fragmentation of space and ‘micro-level warlords’ as challenges for emancipative urban struggles. City, 13 (1), S. 26–52.CrossRefGoogle Scholar
  25. Souza, Marcelo Lopes de/ Teixeira, Eduardo Tomazine (2009): Fincando bandeiras, ressignificando o espaço. Territórios e „lugares“ do movimento dos sem-teto. In: Cidades, 6 (9), S. 29–66.Google Scholar
  26. Tatagiba, Luciana (2002): Os conselhos gestores e a democratização das políticas públicas no Brasil. In: Dagnino, Evelina (Hrsg.): Sociedade civil e espaços públicos no Brasil. São Paulo: Paz e Terra.Google Scholar
  27. Zibechi, Raúl (1999): La mirada horizontal. Movimientos sociales y emancipación. Montevideo: Nordan-Comunidad.Google Scholar

Copyright information

© VS Verlag für Sozialwissenschaften | Springer Fachmedien Wiesbaden GmbH 2012

Authors and Affiliations

  • Marcelo Lopes de Souza

There are no affiliations available

Personalised recommendations