Advertisement

The Use of Software to Improve Child Maltreatment Detection and Assessment

  • Tiago Zanatta CalzaEmail author
  • Carme Montserrat Boada
  • Ferran Casas
Chapter
Part of the Children’s Well-Being: Indicators and Research book series (CHIR, volume 16)

Abstract

This chapter presents the development process of software to aid in the identification of situations where there is risk of abuse against children or adolescents, as well as its adaptation to the Brazilian context. The authors initially contextualize maltreatment in both contexts where the tool is being implemented, Spain and Brazil. Epidemiological data, the most frequent typologies, and underreporting is addressed. Afterwards, an overview concerning the identification of cases of abuse is provided using observations and indicators, while the need for an instrument to assess maltreatment using such observations and indicators is discussed. The following section explores different technologies used in other countries and contexts to identify maltreatment. Then, they explain how the software development process originally took place, its stages, validation process, and implementation in Spain. The translation and validation process for the Brazilian context is presented, addressing legal and contextual differences in both scenarios. The instrument is currently being validated in Brazil and this process is clarified, as well. Finally, the potential implications of the use of this tool are discussed in regard to public policies, professional practices, and academic research.

Keywords

Child abuse Software Childhood Adolescence 

References

  1. Apostólico, M. R., Nóbrega, C. R., Guedes, R. N., Fonseca, R. M. G. S., & Egry, E. Y. (2012). Characteristics of violence against children in a Brazilian Capital. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 20(2), 266–273.CrossRefGoogle Scholar
  2. Aragão, A. S., Ferriani, M. G. C., Vendruscollo, T. S., Souza, S. L., & Gomes, R. (2013). Abordagem dos casos de violência à criança pela enfermagem na atenção básica. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 21(spec), 7 telas.Google Scholar
  3. Bannwart, T. H., & Brino, R. F. (2011). Dificuldades enfrentadas para identificar e notificar casos de maus-tratos contra crianças e/ou adolescentes sob a óptica de médicos pediatras. Revista Paulista de Pediatria, 29(2), 139–145.CrossRefGoogle Scholar
  4. Bazon, M. R., Mello, I. L. M. A., Bérgamo, L. P. D., & Faleiros, J. M. (2010). Negligência infantil: estudo comparativo do nível socioeconômico, estresse parental e apoio social. Temas em Psicologia, 18(1), 71–84.Google Scholar
  5. Bunge, M. (1975). What is a quality of life indicator? Social Indicators Research, 2, 65–79.CrossRefGoogle Scholar
  6. Calza, T. Z., & Sarriera, J. C. (2015). Translation and adaptation of software for the identification of maltreatment in children and adolescents. Psicoperspectivas, 14(1), 42–54.Google Scholar
  7. Casas, F. (1998). Infancia: Perspectivas psicosociales. Barcelona, Spain: Paidós.Google Scholar
  8. Cowart-Osborne, M., Jackson, M., Chege, E., Baker, E., Whitaker, D., & Self-Brown, S. (2014). Technology-based innovations in child maltreatment prevention programs: Examples from SafeCare®. Social Sciences, 3, 427–440.CrossRefGoogle Scholar
  9. Delamaro, M., Maldonado, J., & Jino, M. (2007). Introdução ao Teste de Software. Rio de Janeiro, Brazil: Editora Campus.Google Scholar
  10. Deslandes, S., Mendes, C. H. F., Lima, J. S., & Campos, D. S. (2011). Indicadores das ações municipais para a notificação e o registro de casos de violência intrafamiliar e exploração sexual de crianças e adolescentes. Cadernos de Saúde Pública, 27(8), 1633–1645.CrossRefGoogle Scholar
  11. DiLillo, D., Hayes-Skelton, S. A., Fortier, M. A., Perry, A. R., Evans, S. E., Moore, T. L. M., et al. (2010). Development and initial psychometric properties of the Computer Assisted Maltreatment Inventory (CAMI): A comprehensive self-report measure of child maltreatment history. Child Abuse & Neglect, 34, 305–317.CrossRefGoogle Scholar
  12. Dobke, V. M., Santos, S. S., & Dell’Aglio, D. D. (2010). Abuso sexual intrafamiliar: da notificação ao depoimento no contexto processual-penal. Temas em Psicologia, 18(1), 167–176.Google Scholar
  13. DoH. (2000). Framework for the assessment of children in need and their families. London, UK: The Stationery Office.Google Scholar
  14. Garbarino, J., & Eckenrode, J. (1997). The meaning of maltreatment. In J. Garbarino & J. Eckenrode (Eds.), Understanding abusive families: An ecological approach to theory and practice (pp. 3–25). San Francisco, California: Jossey-Bass.Google Scholar
  15. Garbin, C. A. S., Queiroz, P. D. G., Rovida, T. A. S., & Saliba, O. (2012). A violência familiar sofrida na infância: uma investigação com adolescentes. Psicologia em Revista, 18(1), 107–118.CrossRefGoogle Scholar
  16. Generalitat de Catalunya. (2015). Infografia de Maltractament infantil. Barcelona, Spain: Departament de Benestar Social i Família.Google Scholar
  17. Gonçalves, H. S., & Ferreira, A. L. (2002). A notificação da violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes por profissionais de saúde. Cadernos de Saúde Pública, 18(1), 315–319.CrossRefGoogle Scholar
  18. Granville-Garcia, A. F., Menezes, V. A., Torres Filho, B., Araújo, J. R., & Silva, P. F. R. (2006). Ocorrência de Maus-Tratos em Crianças e Adolescentes na Cidade de Caruaru-PE. Pesquisa Brasileira em Odontopediatria e Clínica Integrada, 6(1), 65–70.Google Scholar
  19. Kellog, N. D. (2014). Working with child protective services and Law enforcement: what to expect. Pediatric Clinics, 61(4), 1037–1047.CrossRefGoogle Scholar
  20. Kwaadsteinet, L., Bartelink, C., Witteman, C., Berge, I., & Yperen, T. (2013). Improved decision making about suspect child maltreatment: Results of structuring the decision process. Children and Youth Services Review, 35, 347–352.CrossRefGoogle Scholar
  21. Lobato, G. R., Moraes, C. L., & Nascimento, M. C. (2012). Desafios da atenção à violência doméstica contra crianças e adolescentes no Programa Saúde da Família em cidade de médio porte do Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 28(9), 1749–1758.CrossRefGoogle Scholar
  22. Luna, G. L. M., Ferreira, R. C., & Vieira, L. J. E. S. (2010). Notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes por profissionais da Equipe Saúde da Família. Ciência & Saúde Coletiva, 15(2), 481–491.CrossRefGoogle Scholar
  23. McLawsen, J. E., Scalora, M. J., & Darrow, C. (2012). Civilly committed sex offenders: A description and interstate comparison of populations. Psychology, Public Policy, and Law, 18(3), 453–476.CrossRefGoogle Scholar
  24. Medeiros, D. C., Silva, W. A., Ribeiro, M. W. S., Bogen, M., Fortes, N. C. O. A., Andrade, S. O., et al. (2008). O uso da Realidade Virtual não-imersiva para o auxílio ao tratamento da aviofobia pelos profissionais da psicologia. João Pessoa, Brazil: X Symposium of Virtual and Augmented Reality.Google Scholar
  25. Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad (MSSSI). (2014). Estadística básica de medidas de protección a la infancia. Boletín, n° 16. Observatorio de la infancia.Google Scholar
  26. Moles, R. L., & Asnes, A. G. (2014). Has this child been abused? Exploring uncertainty in the diagnosis of maltreatment. Pediatric Clinics, 61, 1023–1036.CrossRefGoogle Scholar
  27. Montserrat, C., Casas, F., & Bertran, I. (2010). Criterios para la valoración de las situaciones de riesgo o desprotección de los/las niño/as y adolescentes. Una propuesta a partir de la LDOIA. Institut de Recerca sobre Qualitat de Vida (UdG). http://www.udg.edu/eridiqv.
  28. Montserrat, C., Casas, F., Muner, J., Vilarrubias, N., Pérez, M., & Sadurní, M. (2014). From observations to indicators. A computer package to support the management of social risk in childhood (De les observacions als indicadors: El mòdul de suport a la gestió del risc en infància i adolescència) (p. 17). Barcelona: Generalitat de Catalunya. Departament de Benestar Social i Família. Col•lecció Eines. http://benestar.gencat.cat/web/.content/01departament/08publicacions/coleccions/eines/eines_17/eines17_rumi.pdf
  29. Moreira, G. A. R., Vieira, L. J. E. S., Deslandes, S. F., Pordeus, M. A. J., Gama, I. S., & Brilhante, A. V. M. (2014). Fatores associados à notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes na atenção básica. Ciência & Saúde Coletiva, 19(10), 4267–4276.CrossRefGoogle Scholar
  30. Moura, A. T. M. S., Moraes, C. L., & Reichenheim, M. E. (2008). Detecção de maus-tratos contra a criança: oportunidades perdidas em serviços de emergência na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 24(12), 2926–2936.CrossRefGoogle Scholar
  31. Perez, J. R. R., & Passone, E. F. (2010). Políticas sociais de atendimento às crianças e aos adolescentes no Brasil. Cadernos de Pesquisa, 40(140), 649–673.CrossRefGoogle Scholar
  32. Pfeiffer, L., Rosário, N. A., & Cat, M. N. L. (2011). Violência contra crianças e adolescentes – proposta de classificação dos níveis de gravidade. Revista Paulista de Pediatria, 29(4), 477–482.CrossRefGoogle Scholar
  33. Pieta, M. A. M., & Gomes, W. B. (2014). Psicoterapia pela internet: viável ou inviável? Psicologia: Ciência e Profissão, 34(1), 18–31.Google Scholar
  34. Pires, A. L. D., & Miyazaki, M. C. O. S. (2005). Maus-tratos contra crianças e adolescentes: revisão da literatura para profissionais da saúde. Arquivos de Ciências da Saúde, 12(1), 42–49.Google Scholar
  35. Prado, O. Z. (2005). Softwares para Psicologia: Regulamentação, produção nacional e pesquisas em psicologia clínica. Boletim de Psicologia, 4(123), 189–204.Google Scholar
  36. Proudfoot, J., Klein, B., Barak, A., Carlbring, P., Cuijpers, A. L., Ritterband, L., et al. (2011). Establishing guidelines for executing and reporting internet intervention research. Cognitive Behaviour Therapy, 40(2), 82–97.CrossRefGoogle Scholar
  37. Rocha, P. C. X., & Moraes, C. L. (2011). Violência familiar contra a criança e perspectivas de intervenção do Programa Saúde da Família: a experiência do PMF/Niterói (RJ, Brasil). Ciência & Saúde Coletiva, 16(7), 3285–3296.CrossRefGoogle Scholar
  38. Self-Brown, S., & Whitaker, D. J. (2014). Parent-focused child maltreatment prevention. Child Maltreatment, 13(4), 399–416.Google Scholar
  39. Vieytes, R. (2004). Metodología de la investigación em organizaciones, mercado y sociedad: epistemologia y técnicas. Buenos Aires, Argentina: De las ciências.Google Scholar
  40. Wauke, A. P. T., Carvalho, L. A. V. C., & Costa, R. M. E. M. (2005). Tratamento de fobias urbanas por meio de ambientes virtuais. Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, 99(4), 5–11.Google Scholar
  41. Weber, L. N. D., Viezzer, A. P., Brandenburg, O. J., & Zocche, C. R. E. (2002). Famílias que maltratam: uma tentativa de socialização pela violência. Psico-USF, 7(2), 163–173.CrossRefGoogle Scholar

Copyright information

© Springer International Publishing AG 2017

Authors and Affiliations

  • Tiago Zanatta Calza
    • 1
    Email author
  • Carme Montserrat Boada
    • 2
  • Ferran Casas
    • 3
  1. 1.Department of Developmental and Personality PsychologyFederal University of Rio Grande do Sul (UFRGS)Porto AlegreBrazil
  2. 2.Faculty of Education and Psychology, Research Institute on Quality of LifeUniversity of Girona (UdG)GironaSpain
  3. 3.Senior Professor of Social PsychologyEmeritus Professor of the University of Girona (UdG)Llinars del Vallés (Barcelona)Spain

Personalised recommendations