Advertisement

An Assessment on the Level of Knowledge of Biosecurity Measures in the Academic Environment

  • Berla Moreira de MoraesEmail author
  • Adílio Moreira de Moraes
  • Betanea Moreira de Moraes
  • Vanessa Mesquita Ramos
Conference paper
Part of the Advances in Intelligent Systems and Computing book series (AISC, volume 482)

Abstract

Students are susceptible to a number of risks of illness and accidents during the professional learning process. This study had as objective to assess the level of knowledge of biosecurity protection measures of students at an occupational therapy course. Using the field research method, data were collected by means of a questionnaire on biosecurity, means of protection and immunization. The sample consisted of 62 students. We obtained the following results: 64 % knew the term ‘biosecurity’; 43.55 % reported hand hygiene as a means of protection; 37.1 % used personal protective equipment (PPE), and only 16.13 % reported immunization as a means of protection. With this study, it became evident that adhesion fell short of the measures necessary to protect the student, and the need for the inclusion of the biosafety topic in the professional training process.

Keywords

Biosecurity Preventive measures Occupational therapy 

References

  1. 1.
    Valle, S., Barreira, Y.: Biossegurança-Engenharia Genética: Legislação Brasileira. Publit, Rio de Janeiro (2007)Google Scholar
  2. 2.
    Costa, M.A.F., Costa, M.F.B.: Entendendo a biossegurança: epistemologia e competências para área de saúde. Publit, Rio de Janeiro (2006)Google Scholar
  3. 3.
    Hirata, M.H., Filho, J.M.: Manual de Biossegurança. Editora Manole, São Paulo (2002)Google Scholar
  4. 4.
    Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n 485, de 11 de novembro de 2005. NR32 – Segurança e Saúde no trabalho em serviços de saúde. Brasília (2005). http://www.mte.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR32.pdf
  5. 5.
    Brasil, Ministério da Educação. Resolução CNE/CSE n 6. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional. Brasília (2002). http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES062002.pdf
  6. 6.
    Hoefel, H.H.K., Sheneider, L.O.: O profissional de saúde na cadeia epidemiológica. In: Rodrigues E.A.C.: Infecções hospitalares: prevenção e controle. Savier, São Paulo (1997)Google Scholar
  7. 7.
    Sequeira, E.J.D.: Saúde ocupacional e medidas de biossegurança. In: Martins, M.A.: Manual de infecções hospitalares. 2ª ed. Atheneu, Rio de Janeiro (2001)Google Scholar
  8. 8.
    Barbosa, S.V., Costa-Junior, E.D.: Controle de infecção no consultório odontológico. Terapêutica endodôntica. 1ª ed. Santos, São Paulo (1999)Google Scholar
  9. 9.
    Magro-Filho, O.: Controle da infecção cruzada no consultório odontológico. Rev. Bras. Cir. Implantod. 7, 18–27 (2000)Google Scholar
  10. 10.
    Tortora, G.J., Funke, B.R., Case, C.L.: Microbiologia, 6ª edn. Artmed, Porto Alegre (2005)Google Scholar
  11. 11.
    Guimarães, J.J.: Biossegurança e controle de infecção cruzada em consultórios, 3ª edn. Santos, São Paulo (2001)Google Scholar

Copyright information

© Springer International Publishing Switzerland 2017

Authors and Affiliations

  • Berla Moreira de Moraes
    • 1
    Email author
  • Adílio Moreira de Moraes
    • 2
  • Betanea Moreira de Moraes
    • 3
  • Vanessa Mesquita Ramos
    • 4
  1. 1.Department of Occupational TherapyUniversidade Federal da Paraíba—UFPBJoão PessoaBrazil
  2. 2.Department of Physical EducationInstituto de Teologia Aplicada—INTASobralBrazil
  3. 3.Department of PsychologyUniversidade Estadual do CearáFortalezaBrazil
  4. 4.Department of NursingInstituto de Teologia Aplicada—INTASobralBrazil

Personalised recommendations