Advertisement

Cognitive Ergonomics in Architecture: Creativity and Ambience in Children’s Healthcare Spaces

  • Nicole Ferrer
  • Vilma Villarouco
Conference paper
Part of the Advances in Intelligent Systems and Computing book series (AISC, volume 824)

Abstract

The concept of hospital environment based on the precepts of cognitive ergonomics expands the understanding of hospital ecology. It encompasses the dimensions of relationships, the physical structure, and the way these two interact with the activities that occur there. Ambiance then becomes an important factor in breaking preconceived ideas of what healthcare spaces should look like. This contributes to the construction of new situations that may come to transform paradigms of healthcare spaces. It shows that both Ergonomics of the built environment and Ergonomics in the design process play a relevant part in the betterment of healthcare spaces. As such, the goal here is to understand the relationship between users and the environment, assessing whether it meets the needs of children and their caregivers. This paper discusses conceptually the use of cognitive ergonomics as a tool of inter and transdisciplinary ideas in the design process of the built environment of children’s healthcare spaces. It seeks to understand how the integral needs of the users may become the focus – to the detriment of the disease-centered approach –, with more humanized spaces adapted to their expectations and needs.

Keywords

Environmental ergonomics Architecture humanization Children health space 

References

  1. 1.
    Marques AP (2004) Câncer e estresse: um estudo sobre crianças em tratamento quimioterápico. Rev Psicol Hosp 2(2)Google Scholar
  2. 2.
    Lipp MN, Lucarelli M (1999) Validação do Inventário de Sintomas de Stress Infantil. Rev Psicol Reflex Crít 12(1):71–88CrossRefGoogle Scholar
  3. 3.
    Gomes IP, Collet N, Reis PE (2011) Ambulatório de quimioterapia pediátrica: a experiência no Aquário carioca. Context Enferm Florianópolis 20(3):385–391Google Scholar
  4. 4.
    Araújo YB, Collet N, Moura FM, Nóbrega RD (2009) Conhecimento da família acerca da condição crônica na infância. Contexto Enfermagem, Florianópolis 18(3):498–505CrossRefGoogle Scholar
  5. 5.
    Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização (2004) HumanizaSUS: Política Nacional de Humanização: a humanização como eixo norteador das práticas de atenção e gestão em todas as instâncias do SUS, 20 p. Ministério da Saúde, BrasíliaGoogle Scholar
  6. 6.
    Cavalcanti PB, Azevedo GAN, Duarte CR (2007) Humanização, imagem e caráter dos espaços de saúde. In: Cadernos do PROARQ - Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de Pós-graduação em Arquitetura - ano 1Google Scholar
  7. 7.
    Miquelin LC (1992) Anatomia dos edifícios hospitalares, 241 p. CEDAS, São PauloGoogle Scholar
  8. 8.
    Brasil (2010) Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Ambiência. 2 ed, 32 p. Editora do Ministério da Saúde, BrasíliaGoogle Scholar
  9. 9.
    Vasconcelos R, Bomm T (2004) Humanização de ambientes hospitalares: características arquitetônicas responsáveis pela integração interior/exterior. 176 f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) - Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Santa Catarina, FlorianópolisGoogle Scholar
  10. 10.
    Sampaio A (2005) Arquitetura hospitalar: projetos ambientalmente sustentáveis, conforto e qualidade; proposta de um instrumento de avaliação. 411 f. Tese (Doutorado em Área de Concentração: Estruturas Ambientais Urbanas) – Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São PauloGoogle Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2019

Authors and Affiliations

  1. 1.FACIMEDCacoalBrazil
  2. 2.UFPERecifeBrazil

Personalised recommendations