Advertisement

Ergonomic Accessibility Assessment in Mixed-Use Buildings

  • Juliane Calvet
  • Júlia Abrahão
Conference paper
Part of the Advances in Intelligent Systems and Computing book series (AISC, volume 824)

Abstract

In ergonomics parameters are purposed to the development of accessible projects, according to its methods that allow the integration of usage and interaction of the user with the environment. Mixed-used buildings have been a trend in the real estate market in the last few years and it has been contributing significantly to an improvement in the Brazilian economy. In this perspective when articulating postulates of the Brazilian Technical Normative (NBR 9050/2015) among the ergonomics, the present research evaluates if the studied buildings comply such in the architectonical project, considering the accessibility criteria contained in the normative, as, in its usage, in favor of the comfort and its safety for persons with reduced mobility.

The purposed method for the study realized in mixed-use buildings was constituted of a series of steps and actions. The three steps (analyses, simulation, and validity) comprise a general view of the facilities, enabling the evaluation of the accessibility and permitting the validation of the obtained data. The premise of this method implies in considering the real situation and the involvement of the user in the process.

To answer the research’s aims there were made some graphic simulations in the architectonical plans of the buildings intending to reproduce the target situation. For the participant observation it was adopted the guided tour method consisted of a supervised tour in the edifices with a wheelchair user.

The results point some barriers in important access routes and even when the normative standards are obeyed, not always, the comfort is assured. Despite the fragility of the data this study purposes thinking about the normative enforcement and pointing out, above all, its limits.

Keywords

Accessibility Ergonomic Mixed-used buildings Brazilian norms Social inclusion 

References

  1. Abrahão JI (2000) Reestruturação produtiva e variabilidade do trabalho: Uma abordagem da ergonomia. Psicologia: Teoria e Pesquisa 16(1):49–54Google Scholar
  2. Abrahão J, Sznelwar L, Silvino A, Sarmet M, Pinho D (2009) Introdução à Ergonomia da prática à teoria. Blucher, São PauloGoogle Scholar
  3. Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004) NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 105 pGoogle Scholar
  4. Béguin P (2007a) O ergonomista, ator da concepção. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Y. H. Lucerna Ltda. (Trabalho original publicado em 1997), Rio de Janeiro, pp 34–63Google Scholar
  5. Béguin P, Weill-Fassina A (2002) Por que uma reflexão sobre as práticas de simulação. Em Duarte F (ed) Ergonomia e projeto na indústria de processo contínuo. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 2004), pp 343–356Google Scholar
  6. Brasil. Constituição (1988) Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 05 de outubro de 1988. Senado, Brasília 2006, 54 p. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao. Acesso em 30 June 2014
  7. Legislação. Lei n°10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm. Acesso em 30 June 2014
  8. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Brasília. Disponível em: http://www.acessibilidadeweb.com/luso/Convencao.pdf. Acesso em jul. 2014
  9. Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência Comentada/Coordenação de Ana Paula Crosara Resende e Flavia Maria de Paiva Vital – Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de DeficiênciaGoogle Scholar
  10. Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (2012) Censo Demográfico 2010. Disponível em <http://censo2010.ibge.gov.br/>. Acesso em 13 dez 2012
  11. Daniellou, F (2004) Questões epistemológicas levantadas pela ergonomia de projeto. Em Daniellou F (Coord) A ergonomia em busca de seus princípios. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 1996), pp 181–198Google Scholar
  12. Daniellou F, Béguin, P (2007) Metodologia da ação ergonômica: Abordagens do trabalho real. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 2004), pp 281–301Google Scholar
  13. Darses F, Reuzeau F (2007) Participação dos usuários na concepção dos sistemas e dispositivos de trabalho. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 2004), pp 343–356Google Scholar
  14. Falzon P (2007) Natureza, objetivos e conhecimento da ergonomia. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 2004), pp 3–19Google Scholar
  15. Ferreira, LO (2014) Mobilidade e Acessibilidade – Uma Via para a Reabilitação Arquitetônica e Urbanística. Reabilita UnbGoogle Scholar
  16. Guérin F, Laville A, Daniellou F, Duraffourg J, Kerguelen, A (2001) Compreender o trabalho para transformá-lo: A prática da ergonomia [Comprendre le travail pour le transformer, la pratique de l‟ergonomie]. (Ingratta GMJ, Maffei, M Trads.). Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 1977)Google Scholar
  17. Hoc JM (1996) Supervision et contrôle de processus. La cognition en situations dynamiques. PUG, Grenoble. FrançaGoogle Scholar
  18. Hubault F (2012) Ergonomia e condução de projeto arquitetônico. Em Abrahão. J et al., Cadernos de TTO, n°3: trabalho, tecnologia e organização. Blucher, São Paulo, pp 51–103Google Scholar
  19. International Ergonomics Association – IEA (2000). What is Ergonomics? Disponível no website da Associação Internacional de Ergonomia, http://www.iea.cc/browse.php?contID=what_is_ergonomics
  20. Ledoux E (2000) Projets architecturaux dans le secteur sanitaire et social. Du bâtiment au projet: la contribution des ergonomes à l’instruction des choix. Université Victor-Segalen, BordeauxGoogle Scholar
  21. Leplat J (1992) As relações de vizinhança da ergonomia com outras disciplinas. Em Duarte F (ed) Ergonomia e projeto na indústria de processo contínuo. Blücher, São Paulo, pp 343–356Google Scholar
  22. Lautier F (2007) O ergonomista nos projetos arquitetônicos. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 1999), pp 357–369Google Scholar
  23. Mace R (1985) Universal design: barrier free environments for everyone. Designers west 33(1):147–152Google Scholar
  24. Martin C (2007) O ergonomista nos projetos arquitetônicos. Em Falzon P (ed) Ergonomia. Blücher, São Paulo (Trabalho original publicado em 2004), pp 357–369Google Scholar
  25. Ministério das cidades (2004) Brasil Acessível – Programa Brasileiro de Acessibilidade Urbana. Caderno 1: Atendimento adequado às pessoas com deficiência e restrições de Mobilidade, junho de 2004Google Scholar
  26. Brasil Acessível – Programa Brasileiro de Acessibilidade Urbana. Caderno 2: Construindo a Cidade Acessível, dezembro de 2006Google Scholar
  27. Patterson CB (2010) Ergonomia e Arquitetura: interfaces na elaboração de programas arquitetônicos. 229 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações) – Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília, Brasília, DFGoogle Scholar
  28. Wilson JR (2000) Fundamentals of ergonomics in theory and practice. Appl Ergon 31:557–567CrossRefGoogle Scholar
  29. Rabardel P, Carlin N, Chesnais M, Lang N, Le Joliff, G, Pascal, M (1998) Ergonomie concepts et méthodes. Octares Editions, Toulouse, FranceGoogle Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2019

Authors and Affiliations

  1. 1.Universidade de BrasíliaBrasíliaBrazil

Personalised recommendations