Advertisement

Dams in Brazil pp 107-124 | Cite as

Comparison of South–North Effects

  • Guillaume LeturcqEmail author
Chapter
Part of the SpringerBriefs in Latin American Studies book series (BRIEFSLAS)

Abstract

The third and final chapter of the book is a territorial comparison of the effects of dams, between the north and the south of Brazil. Based on the author’s fieldwork and research, this part is divided into two: It first presents the most obvious similarities between the impacts of dams in the north and the south of the country, before describing the major differences that exist, especially with regard to the conflict and the social involvement of the dam-affected populations. The chapter presents many examples of dams in the north and south of the country and their various consequences.

References

  1. Bellani EM (2014) Balsas e balseiros no Rio Uruguai (1930–1950). Revista Cadernos do Ceom., Chapecó 19(23):73–98Google Scholar
  2. Bonin S (2004) Au-delà de la représentation, le paysage. Strates, 11. http://journals.openedition.org/strates/390
  3. Cavalcante MM, Santos LJ (2012) Hidrelétricas no Rio Madeira-RO: tensões sobre o uso do território e dos recursos naturais na Amazônia. Confins 23(15)Google Scholar
  4. Claval P (1972) La réflexion théorique en géographie et les méthodes d’analyse. L’espace Géographique 1:7–22CrossRefGoogle Scholar
  5. Clement CR, Denevan WM, Heckenberger MJ, Junqueira AB, Neves EG, Teixeira WG, Woods WI (2015) The domestication of Amazonia before European conquest. Proc R Soc B 282:20150813CrossRefGoogle Scholar
  6. Eletrobrás, Eletronorte, MME (2009) Relatório de Impacto Ambiental—RIMA. Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte. http://eletrobras.com/pt/AreasdeAtuacao/geracao/belo_monte/Rima-AHE-Belo-Monte.pdf
  7. Fearnside PM (2017) Planned disinformation: The example of the Belo Monte Dam as a source of greenhouse gases. In: Issberner LR, Lena P (eds) Brazil in the anthropocene: conflicts between predatory development and environmental policies. Taylor & Francis Group, New York, Routledge, p 368Google Scholar
  8. IBGE—Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010) Censo Demográfico 2010. IBGE, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  9. Leme Eletrobrás (2009) Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Belo Monte—Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Eletrobrás, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  10. Leturcq G (2010) Migrations forcées dans le Sud du Brésil: les atingidos. PhD Thesis, Université du Maine, Le MansGoogle Scholar
  11. Magalhães SB (2007) Lamento e dor. Uma análise sócio antropológica do deslocamento compulsório provocado pela construção de barragens. PhD Thesis, Universidade Federal do Pará and Université Paris, BelémGoogle Scholar
  12. Mendras H (1995) Les sociétés paysannes. Gallimard, Paris, p 368Google Scholar
  13. MME—Ministério de Minas e Energia (2007) Plano Nacional de Energia 2030. Ministério de Minas e Energia and Empresa de Pesquisa Energética, BrasíliaGoogle Scholar
  14. Moran EF (1975) The Brazilian colonization experience in the transamazon highway. Anthropology 16(1):29–57Google Scholar
  15. Movimento Xingu Vivo para Sempre (2016) Quem Somos. MXVPS. http://www.xinguvivo.org.br/quem-somos/
  16. NE—Norte Energia (2011) Projeto Básico Ambiental das instalações iniciais do aproveitamento hidrelétrico Belo MonteGoogle Scholar
  17. NE—Norte Energia (2017) 12 Relatório Semestrais UHE Belo MonteGoogle Scholar
  18. Onghero AL, France LA (2008) Vidas em torno do rio: uma abordagem histórica das relações estabelecidas entre as populações na região Oeste de Santa Catarina e Noroeste do Rio Grande do Sul e o Rio Uruguai. Revista Cadernos do Ceom, Chapecó 21(29):107–132Google Scholar
  19. Pinto LC (2012) Os projectos hidrelétricos como causa dos deslocamentos populacionais: migrações forçadas em nome do desenvolvimento. Master Dissertation, Universidade Nova de Lisboa, LisboaGoogle Scholar
  20. Renk A (2006) A luta da erva: um ofício étnico da nação brasileira no oeste catarinense. Chapecó, Argos, p 250Google Scholar
  21. Reynaud A (1984) L’intérêt de la démarche comparative en géographie. Espaces Temps 26-27-28:26–33Google Scholar
  22. Rodrigues JN (2012) La comparaison en géographie. Contribution à partir de l’étude de la coopération intercommunale en France et au Brésil. Confins 16. http://journals.openedition.org/confins/8062
  23. Santo Antônio Energia (2015) Mobilidade Urbana trará melhorias a portovelhenses. http://www.santoantonioenergia.com.br/mobilidade-urbana-trara-melhorias-a-portovelhenses/
  24. Sigaud L (1988) Efeitos sociais de grandes projetos hidrelétricos: as barragens de Sobradinho e Machadinho. Rosa LP Impactos de grandes projetos hidrelétricos e nucleares: aspectos econômicos, tecnologicos, ambientais e sociais. Marco Zero, São Paulo, pp 83–165Google Scholar
  25. Sigaud L (1995) Estado, energia elétrica e meio ambiente: o caso das grandes barragens. COPPE/Editora da UFRJ, Rio de Janeiro, p 184Google Scholar
  26. Souza AA (2011) Itaipu e a urbanização da zona de fronteira do Iguaçu: cidade e conjuntos habitacionais da usina hidrelétrica. Master Dissertation, PUC-CampinasGoogle Scholar
  27. Verdum R (2011) Os geógrafos frente às dinâmicas sócio-ambientais no Brasil. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo 16:91–94Google Scholar
  28. Viana MR (2003) Grandes barragens, impactos e reparações: um estudo de caso sobre a barragem de Itá. Master Dissertation, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de JaneiroGoogle Scholar

Copyright information

© The Author(s) 2019

Authors and Affiliations

  1. 1.CampinasBrazil

Personalised recommendations