Advertisement

The Water Supply and Sewage Networks in Sixteenth Century Lisbon: Drawing the Renaissance City

  • André TeixeiraEmail author
  • Rodrigo Banha da Silva
Chapter
  • 14 Downloads
Part of the Trends in the History of Science book series (TRENDSHISTORYSCIENCE)

Abstract

Towards the end of the fifteenth century, Portuguese monarchs began implementing a sewage network and the general cleaning of their capital city. The authorities also set out plans to enable access to clean water with the opening of wells and the building or renovation of public fountains, not only for the benefit of its inhabitants, but also to supply the needs of Lisbon’s dynamic waterfront, where maritime and commercial activities were concentrated. This emerged simultaneously to an urban regulatory process with the clear aim of bestowing monumentality on the city, especially along the riverside area, where the king and the elites had established their palaces. Thus, during the sixteenth century, water and its control were not only a matter of necessity, but also a sign of modernity. The past few years of rescue archaeology have provided a huge amount of information on Lisbon’s water systems prior to the 1755 earthquake, with most having been built in the sixteenth century. These data are here cross-referenced, both against sections of its architectonic remains and, especially, against archival documentary sources. This interdisciplinary approach has led to far more accurate knowledge about the importance of water in these early modern societies.

Notes

Acknowledgements

CHAM Strategic Project (FCSH, Universidade NOVA de Lisboa, Universidade dos Açores) by FCT-Fundação para a Ciência e Tecnologia (UID/HIS/04666/2013).

Bibliography

(a) Manuscripts

  1. AML, Livro dos Pregos.Google Scholar

(b) Printed Sources

  1. Brandão, João. 1990. Grandeza e Abastança da Cidade de Lisboa em 1552. Lisbon: Livros Horizonte.Google Scholar
  2. Góis, Damião de. 1988. Descrição da cidade de Lisboa. Lisbon: Livros Horizonte.Google Scholar
  3. Holanda, Francisco de. 1984. Da fábrica que falece à cidade de Lisboa. Lisbon: Livros Horizonte.Google Scholar
  4. Oliveira, Cristóvão Rodrigues de. 1987. Lisboa em 1551. Sumário em que brevemente se contêm algumas coisas assim eclesiásticas como seculares que há na Cidade de Lisboa. Lisbon: Livros Horizonte.Google Scholar
  5. Oliveira, Eduardo Freire de. 1887. Elementos para a história do município de Lisboa. Lisbon: Typ. Universal, tomo I, pp. 549–552.Google Scholar

(c) Studies

  1. Amaro, Clementino et al. 1994. A Baixa pombalina: alguns aspectos urbanísticos. In V Jornadas Arqueológicas. Lisbon: Associação de Arqueólogos Portugueses, vol. I, pp. 227–237.Google Scholar
  2. Araújo, João et al. 2013. A Arqueologia urbana em Lisboa: análise da actividade arqueológica entre 2006 e 2011 e divulgação patrimonial. In José Morais Arnaud et al. (Eds.), Arqueologia em Portugal. 150 Anos. Lisbon: Associação dos Arqueólogos Portugueses, pp. 97–102.Google Scholar
  3. Bargão, André et al. 2017. Policromias e padrões: azulejos “de aresta” e de “corda-seca” do Palácio dos Condes de Penafiel, Lisboa (séculos XV-XVI). In José Morais Arnaud, & Andrea Martins (Eds.), Arqueologia em Portugal 2017 Estado da Questão. Lisbon: Associação dos Arqueólogos Portugueses, pp. 1781–1794.Google Scholar
  4. Barros, António Salgado de. 2014a. “Os canos na drenagem da rede de saneamento da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755”, Cadernos do Arquivo Municipal, II:1, pp. 85–105.Google Scholar
  5. Barros, António Salgado de. 2014b. “Em defesa do ambiente da cidade: o papel regulador do poder real e do Senado de Lisboa”, Cadernos do Arquivo Municipal, II:2, pp. 103–128.Google Scholar
  6. Barros, António Salgado de. 2014c. O saneamento da cidade pós-medieval: o caso de Lisboa. Lisbon: Ordem dos Engenheiros.Google Scholar
  7. Bugalhão, Jacinta. 2008. “Lisboa e a sua Arqueologia: uma realidade em mudança”, Era Arqueologia: revista de divulgação científica de estudos arqueológicos, 8, pp. 217–230.Google Scholar
  8. Bugalhão, Jacinta. 2015a. Um novo centro urbano, junto ao Tejo: o contributo da arqueologia. In André Teixeira et al. (Eds.), Lisboa 1415 Ceuta: historia de dos ciudades. Ceuta & Lisboa: Ciudad Autónoma de Ceuta & Câmara Municipal de Lisboa, pp. 45–47.Google Scholar
  9. Bugalhão, Jacinta (Ed.). 2015b. Uma casa pré-pombalina na Baixa Lisboeta. Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros. Lisbon: Centro de História de Aquém e Além-Mar, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa, Universidade dos Açores, pp. 19–29.Google Scholar
  10. Bugalhão, Jacinta, & Teixeira, André. 2015. “Os canos da Baixa de Lisboa no século XVI: leitura arqueológica”, Cadernos do Arquivo Municipal, II:4, pp. 89–122.Google Scholar
  11. Bury, John. 1981. Two notes on Francisco de Holanda. London: University of London.Google Scholar
  12. Caetano, Carlos. 2004. A Ribeira de Lisboa na Época da Expansão Portuguesa, Séculos XV a XVIII. Lisbon: Pandora.Google Scholar
  13. Caetano, Joaquim, & Soromenho, Miguel. 1994. “Projectos hidráulicos na Lisboa filipina”, Olisipo, II:1:1, p. pp. 65–79.Google Scholar
  14. Cardoso, Isabel Freitas Botelho. 2002. El Agua en las Ciudades Portuguesas Medievales. In Maria Isabel del Val Valdivieso (Ed.), Usos Sociales del Agua en las Ciudades Hispánicas de la Edad Media. Valladolid: Universidad de Valladolid, pp. 156–168.Google Scholar
  15. Carita, Hélder. 1999. Lisboa Manuelina e a formação de modelos urbanísticos da época moderna (1495–1521). Lisbon: Livros Horizonte.Google Scholar
  16. Deswarte, Sylvie. 1983. As Imagens das Idades do Mundo de Francisco de Holanda. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda.Google Scholar
  17. Diogo, António Manuel Dias, & Trindade, Laura. 2000. “Intervenção arqueológica na Rua de São Nicolau, n.º 107/111 (Lisboa)”, Arqueologia & História, 52, pp. 231–253.Google Scholar
  18. Estrela, Gisele Freitas. 2017. Fontes e Chafarizes. O abastecimento de água nos espaços públicos na Baixa Idade Média portuguesa. MA (Archaeology), Faculdade de Letras, Universidade do Porto.Google Scholar
  19. Fernandes, Lídia, & Ferreira, Manuela. 2004. “Intervenção arqueológica num dos quarteirões da Baixa Pombalina em Lisboa: estudo do espólio vítreo”, O Arqueólogo Português, IV:22, pp. 453–489.Google Scholar
  20. Fonseca, Jorge. 2010. Escravos e Senhores na Lisboa Quinhentista. Lisbon: Edições Colibri.Google Scholar
  21. Gaspar, Alexandra et al. 1997. Arqueologia Urbana em Lisboa. In Actas do III Congresso Peninsular de Arqueologia, VII: Terrenos da Arqueologia da Península Ibérica. Porto: Adecap, pp. 53–74.Google Scholar
  22. Gechwend, Annemarie Jordan, & Lowe, K. J. P. (Eds.). 2015. The Global City: on the Streets of a Renaissance Lisbon. London: Paul Holberton publishing.Google Scholar
  23. Gonçalves, Luís Ribeiro. 2017. “Sistemas de circulação de água e poder na Lisboa medieval – séculos XIV a XVI”, Cadernos do Arquivo Municipal, II:8, pp. 37–54.Google Scholar
  24. Mascarenhas, José Manuel. 2012. “O aqueduto romano de Olisipo: viabilidade ou utopia? Ensaio de traçado apoiado em modelação geográfica”, Revista Portuguesa de História. 43, pp. 239–264.Google Scholar
  25. Moita, Irisalva. 1964. “Hospital Real de Todos os Santos: relatório das escavações a que mandou proceder a C.M.L. de 22 de Agosto a 24 de Setembro de 1960- I”, Revista Municipal, 101/102, pp. 77–100.Google Scholar
  26. Moita, Irisalva. 1990. O Aqueduto das Águas Livres e o abastecimento de água a Lisboa. In Irisalva Moita (Ed.), D. João V e o Abastecimento de Água a Lisboa. Lisbon: Câmara Municipal de Lisboa, pp. 9–25.Google Scholar
  27. Moita, Irisalva. 1994. Lisboa no Século XVI. In Irisalva Moita (Ed.), O Livro de Lisboa. Lisbon: Lisboa 94, Livros Horizonte, pp. 159–160.Google Scholar
  28. Neves, César et al. 2014. “Lisboa pré-pombalina: vestígios do Terreiro do Paço no subsolo da Praça do Comércio”, Rossio. Estudos de Lisboa, 3, pp. 52–65.Google Scholar
  29. Osswald, Cristina. 2015. Francisco de Holanda. Da fábrica que falece à cidade de Lisboa. In Álvaro Baraibar, & Martina Vinatea Recoba (Eds.), Viajes y Ciudades Míticas. Pamplona: Universidad de Navarra, pp. 95–112.Google Scholar
  30. Pereira, Paulo. 2007. Lissabon im 16 und 17 Jahrhundert. In Symposium «Novos Mundos - Neue Welten: Portugal und das Zeitalter der Entdeckungen». Berlin: Deutsches Historisches Museum, pp. 227–245.Google Scholar
  31. Rodrigues, Maria Teresa Campos. 1968. Aspectos da Administração Municipal de Lisboa no Século XV. Lisbon: Câmara Municipal de Lisboa.Google Scholar
  32. Rossa, Walter. 1995. A cidade portuguesa. In Paulo Pereira (Ed.), História da Arte Portuguesa. Lisbon: Círculo de Leitores, vol. III, pp. 233–323.Google Scholar
  33. Rossa, Walter. 2004. Lisboa Quinhentista, o terreiro e o paço: pronúncios de uma afirmação de capitalidade. In Roberto Carneiro, & Artur Teodoro de Matos (Eds.), D. João III e o Império. Actas do Congresso Internacional comemorativo do seu nascimento. Lisbon: Centro de História de Além-Mar, Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa, pp. 947–967.Google Scholar
  34. Serrão, Vítor. 2002. O Chafariz d’El-Rei da Ribeira Velha, em Lisboa, numa valiosa pintura do fim do século XVI. In Vítor Serrão (Ed.), Estudos de História da Arte: novos contributos. Lisbon: Câmara Municipal de Lisboa, pp. 69–76.Google Scholar
  35. Silva, A. Vieira da. 1987a. A Cêrca Moura de Lisboa: estudo histórico descritivo. 3rd edition, Lisbon: Câmara Municipal de Lisboa.Google Scholar
  36. Silva, A. Vieira da. 1987b. As muralhas da Ribeira de Lisboa. 3rd edition, Lisbon: Câmara Municipal de Lisboa.Google Scholar
  37. Silva, Rodrigo Banha da et al. 2012. Largo do Chafariz de Dentro: Alfama em época moderna. In André Teixeira, & José Bettencourt (Eds.), Velhos e Novos Mundos. Estudos de Arqueologia Moderna. Lisbon: Centro de História de Além-Mar, pp. 71–84.Google Scholar
  38. Silva, Rodrigo Banha da, & Guinote, Paulo. 1998. O Quotidiano na Lisboa dos Descobrimentos. Lisbon: Grupo de Trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses.Google Scholar
  39. Silva, Rodrigo Banha da, & Leite, Ana Cristina. 2015. Hospital Real de Todos os Santos. In André Teixeira et al. (Eds.), Lisboa 1415 Ceuta: historia de dos ciudades. Ceuta & Lisboa: Ciudad Autónoma de Ceuta & Câmara Municipal de Lisboa, pp. 49–53.Google Scholar
  40. Soromenho, Miguel. 1998. À Espera das Naus: a Ribeira de Lisboa e a Carreira da Índia. In Simoneta Luz Afonso et al. (Eds.), Catálogo Oficial do Pavilhão de Portugal da Exposição Mundial de Lisboa de 1998. Lisbon: Parque Expo 98, pp. 75–91.Google Scholar
  41. Soromenho, Miguel, & Branco, Ricardo Lucas. 2017. The architectural career of Filippo Terzi in Portugal (1577–1597). In Sabine Frommel, & Micaela Antonucci (Eds.), Da Bologna all´Europa: artisti bolognesi in Portogallo (secoli XVI-XIX). Bologna: Bononia University Press, pp. 101-124.Google Scholar
  42. Trindade, Laura, & Diogo, A. M. Dias. 2001. “Intervenção arqueológica de emergência na Rua dos Correeiros em Lisboa. As Sondagens n.ºs 2, 6, 7, 9 e 10”, Revista Portuguesa de Arqueologia. 4:1, pp. 187–204.Google Scholar
  43. Trindade, Luísa. 2014. A água nas cidades portuguesas entre os séculos XIV e XVI: a mudança de paradigma. In María del Mar Lozano Bartolozzi, & Vicente Méndez Hernán (Eds.), Patrimonio cultural vinculado con el agua. Paisaje, urbanismo, arte, ingeniería y turismo. Mérida: Editora Regional de Extremadura, pp. 363–376.Google Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2020

Authors and Affiliations

  1. 1.CHAM, NOVA School of Social Sciences and HumanitiesNOVA University of LisbonLisbonPortugal
  2. 2.Lisbon City CouncilLisbonPortugal

Personalised recommendations