Advertisement

Sustainable Consumption and Brazilian Consumer Behaviour

  • Diógenes Faria de Carvalho
  • Vitor Hugo Do Amaral Ferreira
Chapter

Abstract

This chapter offers some reflections on the idea of sustainable consumption, considering the emotional, cultural and moral influences that affect consumer decision-making. We have chosen a model of sustainable consumption that avoids the usual strategy of transferring the regulatory responsibility of the State and other enterprises to individual consumers. As a result, we highlight aspects of the ‘culture of immediacy’ that guides modern society, especially in Brazil, notably the tendency to waste and the indifference to future needs. We focus on the individual’s strong need to justify the acquisition of goods. The biology of the human brain also affects consumption—namely, the tendency to overvalue immediate gains. Given this scenario, sustainable consumption requires more than individual behavioural change—information and education, and changes in product design are called for. Sustainable consumption thus combines consumer responsibility with an approach that calls on the State to regulate production and pursue legal action against infringements by producers that cause environmental destruction and offend the public morality.

Keywords

Sustainable consumption Environmental policy Consumer behaviour State responsibility 

References

  1. Alcoforado MG, Silva PR (2009) Reflexão sobre o estilo de vida e o padrão de consumo numa sociedade sustentável. In: II SBDS – SEMINÁRIO BrasilEIRO DE DESIGN SUSTENTÁVEL, São Paulo. Anais do 2° Seminário Brasileiro de Design Sustentável–RBDS. São Paulo: s. ed., 2009Google Scholar
  2. Azevedo (2008) Plauto Faraco de. Ecocivilização: Ambiente e direito no limiar da vida. São Paulo: RTGoogle Scholar
  3. Barbosa L, Campbell C (2006) Cultura, consumo e identidade. Editora FGV, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  4. Bauman Z (2008) Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Tradução de Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: ZaharGoogle Scholar
  5. Carvalho Filho JdS (2010) Manual de Direito Administrativo. 23. ed. rev. e atual. Lumen Juris, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  6. Coelho C, Hanna ES, Todorov JC (2003) Magnitude, atraso e probabilidade de reforço em situações hipotéticas de risco. Psicologia: Teoria e Pesquisa 19(3):269–278Google Scholar
  7. de Andrade NLS (1998) Consumo sustentável. Justitia, São Paulo, n. 59 (181/184), jan./dez. Disponível na Internet em: <http://bdjur.stj.gov.br/xmlui/bitstream/handle/2011/23666/consumo_sustentavel.pdf?sequence=1>. Acesso em 16 abr. 2011
  8. Gabardo E (2003) Eficiência e Legitimidade do Estado. Manole, BarueriGoogle Scholar
  9. Helleringer G, Sibony LS (2016–2017) European consumer protection through the behavioral lens. Columbia J Eur Law 23:607–646Google Scholar
  10. Kargel AM (2009) Sucesos Puntuales. Disponível na Internet em <http://sucesospuntuales.files.wordpress.com/2009/01/sucesospuntuales3.pdf>. Acesso 20 abr. 2011
  11. Kirby KN, Markovic NN (1995) Modeling myopic decisions: evidence for hyperbolic delay-discounting within subjects and amounts. Organ Behav Hum Decis Process 64(1):22–30CrossRefGoogle Scholar
  12. Lehrer J (2010) O momento decisivo. Tradução de Marcelo Schild. Best Business, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  13. Mazur JE (1987) An adjusting procedure for studying delayed reinforcement. Commons, ML.; Mazur, JE.; Nevin, JA, pp 55–73Google Scholar
  14. Oliveira M, Jesus F (2013) Arquitetura situacional do crédito: tempo, cognição, afeto e decisão. Revista Crítica de Ciências Sociais–101/2013, colocada online no dia 17 de fevereiro 2014. Available at: http://rccs.revues.org/5356
  15. Pedroso R (2016) Valor subjetivo do consumo sustentável. Goiânia: PUCGO. 2016. 207f. Tese (Doutorado em Psicologia)—Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, GoiâniaGoogle Scholar
  16. Placha G (2007) A atividade regulatória do Estado. Dissertação (Mestrado em Direito) – Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2007. Disponível na Internet em <www.cipedya.com/web/FileDownload.aspx?IDFile=171930>. Acesso em 18 abr. 2011
  17. Portilho F (2005) Consumo Sustentável: Limites e possibilidades de ambientalização e politização das práticas de consumo. Cadernos EBAPE, Rio de Janeiro, FGV, Edição Temática 2005Google Scholar
  18. Santos LL (2005) Comunicação e consumo sustentável: das entrelinhas do capitalismo leve ao enquadramento da sustentabilidade na mídia. Revista fronteiras VII(3):223–233Google Scholar
  19. Silva JA (1989) Direito Constitucional Positivo. Malheiros, São PauloGoogle Scholar
  20. Tadeu SA (2005) As dimensões do consumo: reflexões para uma teoria compreensiva. Revista de Direito do Consumidor. São Paulo (56):202–219Google Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2020

Authors and Affiliations

  • Diógenes Faria de Carvalho
    • 1
    • 2
  • Vitor Hugo Do Amaral Ferreira
    • 1
    • 3
  1. 1.BRASILCON (Brazilian Institute for Policy and Consumer Law)GoiâniaBrazil
  2. 2.Pontifical Catholic University of Goiás (PUCGO)GoiâniaBrazil
  3. 3.Franciscan University (UFN)Santa MariaBrazil

Personalised recommendations