Advertisement

Judith Butler and the Pomba-Gira

  • Pedro Paulo Gomes Pereira
Chapter
Part of the SpringerBriefs in Sociology book series (BRIEFSSOCY)

Abstract

This Chapter examines the pressure that conservative sectors in Brazil continue to exercise against progress made in the fields of gender and sexuality. It also comments on the violence of these groups’ protests and rallies. Based on research experiences, the article calls the opposition between religion and alternative forms of sexuality and gender into check. Considering Judith Butler’s theories, the work examines possible openings, as well as the possibilities of mediation, and the limits of thinking in accordance with fixed categories. It also signals that the best path for considering these questions may be by drawing closer to the multiplicity of agents and their unprecedented forms of agencies, as well as the creativity of their poetics when associated with religion. Furthermore, the work defends the necessity of bending agency, including bending Butler’s own theories.

Keywords

Gender ideology Human rights Religion Gender Sexuality 

References

  1. Almeida, R. de. (2017). A onda quebrada: evangélicos e conservadorismo. Cadernos Pagu. Campinas, SP, Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu/Unicamp, 50, p. e175001.Google Scholar
  2. Althaus-Reid, M. (2005). From the goddess to queer theology: The state we are in now. Feminist Theology, 13, 265.CrossRefGoogle Scholar
  3. Althaus-Reid, M., & Isherwood, L. (2007). Thinking theology and queer theory. Feminist Theology, 15, 302.CrossRefGoogle Scholar
  4. Amaral, L. (2006). Otávio, Provocador de Encontros. Numen: revista de estudos e pesquisa da religião, Juiz de Fora, 9(2), pp.81–90.Google Scholar
  5. Botbol-Baum, M. (2017). Judith Butler: du genre à la non-violence. Nantes: Les Éditions Nouvelles Céclie Default.Google Scholar
  6. Butler, J. (2017). O Fantasma do Gênero. Folha de S. Paulo, 19 Nov 2017. [Online]. Available at: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2017/11/1936103-judith-butler-escreve-sobre-o-fantasma-do-genero-e-o-ataque-sofrido-no-brasil.shtml. Accessed 22 June 2018.
  7. Flor do Nascimento, W. (2017). O fenômeno do racismo religioso: desafios para os povos tradicionais de matrizes africanas. Revista Eixo, 6, 51–56.Google Scholar
  8. Miskolci, R. (2018). Dissipando fantasmas: a política do medo da “ideologia de gênero”. Cadernos Pagu, Campinas, SP, Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu/Unicamp, 53.Google Scholar
  9. Musskopf, A.S. (2004). Talar Rosa: Um estudo didático-histórico-sistemático sobre a Ordenação ao Ministério por Homossexuais. Thesis. Escola Superior de Teologia de São Leopoldo, RS.Google Scholar
  10. Musskopf, A.S. (2008). Via(da)gens teológicas: itinerários para uma teologia Queer no Brasil. PhD. Escola Superior de Teologia de São Leopoldo, RS.Google Scholar
  11. Musskopf, A. S. (2012). Uma brecha no armário: propostas para uma Teologia Gay. São Leopoldo: Escola Superior de Teologia de São Leopoldo, RS.Google Scholar
  12. Natividade, M. T. (2006). Homossexualidade, gênero e cura em perspectivas pastorais evangélicas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 21(61), 115–132.CrossRefGoogle Scholar
  13. Natividade, M. T. (2010). Uma homossexualidade santificada? Etnografia de uma comunidade inclusiva pentecostal. Religião e Sociedade, 30(2), 90–121.CrossRefGoogle Scholar
  14. Peixoto, C.E. (2009). Documentário Gisèle Omindarewa. 65 min. [Online]. Available at: http://oriose.blogspot.com/2013/08/documentario-gisele-omindarewa.html#.W2RcxNVKiUk. Accessed 28 June 2018.
  15. Pereira, P. P. G. (2012). Queer nos trópicos. Contemporânea: Revista de Sociologia da UFSCar, 2, 371–394.Google Scholar
  16. Pereira, P. P. G. (2014). De corpos e travessias. Uma antropologia de corpos e afetos. São Paulo: Annablume.Google Scholar
  17. Pereira, P. P. G. (2015). Queer decolonial: quando as teorias viajam. Contemporânea: Revista de Sociologia da UFSCar, 5, 411.Google Scholar
  18. da Silva, V. G. (2005). Concepções religiosas afro-brasileiras e neopentecostais: uma análise simbólica. Revista USP, 67, 150–175.CrossRefGoogle Scholar
  19. Silva, V.G. da. (2007). Neopentecostalismo e religiões afro-brasileiras: Significados do ataque aos símbolos da herança religiosa africana no Brasil contemporâneo. Mana, Rio de Janeiro, PPGAS Museu Nacional, 13(1), pp.207–236.Google Scholar
  20. Souza, M. H. T., et al. (2014). Itinerários terapêuticos de travestis da região central do Rio Grande do Sul, Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, 19(7), 2277–2286.CrossRefGoogle Scholar
  21. Velho, O. (1995). O cativeiro da Besta-Fera Besta-Fera. Recriação do Mundo. Rio de Janeiro: Relume Dumará.Google Scholar
  22. Velho, O. (1998). O que a religião pode fazer pelas ciências sociais? Religião e Sociedade, 19(1), 9–17.Google Scholar
  23. Velho, O. (2010). A religião é um modo de conhecimento? Plura, Revista de Estudos de Religião, 1(1), 3–37.Google Scholar
  24. Velho, O. (2016). O que é pensar desde o Sul. Sociologia & Antropologia, 6, 781–795.CrossRefGoogle Scholar
  25. Weiss de Jesus, F. (2010). A cruz e o arco-íris: Refletindo sobre gênero e sexualidade a partir de uma ‘igreja inclusiva’ no Brasil. Ciencias Sociales y Religión, 12, 131–146.Google Scholar

Copyright information

© The Author(s), under exclusive license to Springer Nature Switzerland AG 2019

Authors and Affiliations

  • Pedro Paulo Gomes Pereira
    • 1
  1. 1.Department of Preventive MedicineFederal University of Sao Paulo (Unifesp)São PauloBrazil

Personalised recommendations