Advertisement

Cultural Studies of Science Education

, Volume 10, Issue 4, pp 1189–1213 | Cite as

Professional choices and teacher identities in the Science Teacher Education Program at EACH/USP

  • Celi Rodrigues Chaves Dominguez
  • Luciana Maria Viviani
  • Valéria Cazetta
  • Verónica Marcela Guridi
  • Elen Cristina Faht
  • Fabiana Curtopassi PiokerEmail author
  • Josely Cubero
Article

Abstract

In this article, we present results from a research project in which the main aim was to understand students’ decision-making processes in choosing to become a teacher and to make sense of the relationships between this process and the formation of their identity as a teacher. The study was conducted with 39 students from the Science Teacher Education Program (LCN) at the São Paulo University (USP) School of Arts, Sciences, and Humanities (EACH) in Brazil while the students engaged in a supervised practical internship. The data used in this study was collected from narratives written by the students in which they provided their reasons for selecting the LCN program and for choosing a teaching career. The analysis showed several elements contributing to their decision making and the formation of their identities as teachers, including the nature of the undergraduate program, representational models of teaching/teachers, the possibility of being an agent for social transformation, and an affinity toward natural sciences and/or education. Findings from this research offer implications for improvement of the LCN program and suggestions for designing teacher education programs to include actions for improving the teaching career as a life project for new students.

Keywords

Science teacher education Internship Teacher identities Professional choices 

References

  1. Barreyro, G. B., Viviani, L. M., Lima, A. L. G., Infante-Malachias, M. E., Dominguez, C. R. C., & Cazetta, V. (2010). Uma proposta inovadora de estágios para os professores de ciências: a experiência do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza (EACH-USP) em São Paulo, Brasil. Experiências em Ensino de Ciências, 5(3), 83–93.Google Scholar
  2. Beijaard, D., Meijer, P. C., & Verloop, N. (2004). Reconsidering research on teachers’ professional identity. Teaching and Teacher Education, 20, 107–128. doi: 10.1016/j.tate.2003.07.001.CrossRefGoogle Scholar
  3. Berger, P. L., & Luckmann, T. (1967). The social construction of reality; a treatise in the Sociology of Knowledge. Garden City: Doubleday.Google Scholar
  4. Bogdan, R., & Biklen, S. (1994). Investigação qualitativa em educação. Uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora.Google Scholar
  5. Cole, A. L. (1990). Personal theories of teaching: Development in the formative years. The Alberta Journal of Educational Research, 36, 203–222.Google Scholar
  6. Connely, F. M., & Clandinin, D. J. (1995). Relatos de experiencia e investigación narrativa. In J. Larrosa (Ed.), Déjame que te cuente: ensayos sobre narrativa y educación (pp. 11–59). Barcelona: Editorial Laertes.Google Scholar
  7. Enyedy, N., Goldberg, J., & Welsh, K. M. (2006). Complex dilemmas of identity and practice. Science Education, 90, 68–93. doi: 10.1002/sce.20096.CrossRefGoogle Scholar
  8. Ferrarotti, F. (1988) Sobre a autonomia do método biográfico. In A. Nóvoa, & M. Finger (Eds.), O método (auto)biográfico e a formação (pp. 17–34). Lisboa: MS/DRHS/CFAP.Google Scholar
  9. Galindo, E. C. M. (2004) A construção da identidade profissional docente. Psicologia Ciência e Profissão, 24(2), 14–23.Google Scholar
  10. Gee, J. P. (2013). An introduction to discourse analysis: Theory and method. New York: Routledge.Google Scholar
  11. Guimarães, V. S. (2004). Formação de professores: Saberes, identidade e profissão. Campinas: Papirus.Google Scholar
  12. Hall, S. (1997). The centrality of culture: Notes on the cultural revolutions of our time. In K. Thompson (Ed.), Media and cultural regulation. London: Sage Publications.Google Scholar
  13. Kerby, A. P. (1991). Narrative and the self. Bloomington: Indiana University Press.Google Scholar
  14. Knowles, J. G. (1992). Models for understanding pre-service and beginning teachers’ biographies: Illustration from case studies. In I. Goodson (Ed.), Studying teachers’ lives (pp. 99–152). London: Routledge.CrossRefGoogle Scholar
  15. Larrosa, J. (2004). Experiência e paixão. In J. Larrosa (Ed.), Linguagem e educação depois de Babel (pp. 151–166). Belo Horizonte: Autêntica.Google Scholar
  16. Lasky, S. (2005). A sociocultural approach to understanding teacher identity, agency and professional vulnerability in a context of secondary school reform. Teaching and Teacher Education, 21, 899–916. doi: 10.1016/j.tate.2005.06.003.CrossRefGoogle Scholar
  17. Lemke, J. L. (2000). Across the scales of time: Artifacts, activities, and meanings in ecosocial systems. Mind, Culture and Activity, 7(4), 273–290. doi: 10.1207/S15327884MCA0704_03.CrossRefGoogle Scholar
  18. Louzano, P., Rocha, V., Moriconi, G. M., & Oliveira, R. P. (2010). Quem quer ser professor? Atratividade, seleção e formação docente no Brasil. Estudos de Avaliação Educacional, 21(47), 543–568.CrossRefGoogle Scholar
  19. Luehmann, A. L. (2007). Identity development as a lens to science teacher preparation. Science Education, 91, 822–839. doi: 10.1002/sce.20209.CrossRefGoogle Scholar
  20. Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Publicações Dom Quixote.Google Scholar
  21. Nóvoa, A. (2007). Os professores e a sua formação. In A. Nóvoa (Ed.), Vidas de professores (pp. 11–30). Porto: Porto Editora.Google Scholar
  22. Pimenta, S. G. (1999). Saberes pedagógicos e atividades docentes. In S. G. Pimenta (Ed.), Formação de professores: Identidade e saberes da docência (pp. 15–34). São Paulo: Cortez.Google Scholar
  23. Pimenta, S. G., & Lima, M. S. L. (2004). Estágio e docência. São Paulo: Cortez.Google Scholar
  24. Pineau, G., & Michèle, M. (1983). Produire sa vie: autoformation et autobiographie. Paris: Editions Sanint-Martin.Google Scholar
  25. Schaffel, L. S. (1999). O Instituto de Educação do Rio de Janeiro e a construção de uma identidade profissional (1930–1960). Tese de doutorado. Departamento de Educação: Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro.Google Scholar
  26. Silva, T. T. (2000). A produção social da identidade e da diferença. In T. Silva (Ed.), Identidade e diferença. A perspectiva dos Estudos Culturais (pp. 73–102) Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  27. Tardif, M. (2002). Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  28. Universidade de São Paulo. (2004). Programa de Formação de Professores. São Paulo: Pró-Reitoria de Graduação.Google Scholar
  29. Veiga-Neto, A. (1996). Olhares… In M. V. Costa (Ed.) Caminhos investigativos I: Novos olhares na pesquisa em educação (pp. 19–35). Porto Alegre: Mediação.Google Scholar
  30. Warschauer, C. (1993). A roda e o registro: Uma parceria entre professor, alunos e conhecimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra.Google Scholar
  31. Weffort, M. F. (1995). Observação, registro, reflexão: Instrumentos metodológicos I—Séries Seminários. São Paulo: Espaço Pedagógico.Google Scholar

Copyright information

© Springer Science+Business Media Dordrecht 2015

Authors and Affiliations

  • Celi Rodrigues Chaves Dominguez
    • 1
  • Luciana Maria Viviani
    • 1
  • Valéria Cazetta
    • 1
  • Verónica Marcela Guridi
    • 1
  • Elen Cristina Faht
    • 1
  • Fabiana Curtopassi Pioker
    • 1
    Email author
  • Josely Cubero
    • 1
  1. 1.Science Teacher Education Program (LCN), School of Arts, Sciences and Humanities (EACH)São Paulo University (USP)São PauloBrazil

Personalised recommendations